Warning: mime_content_type(/home/u210603454/public_html/public/uploads/noticias/a0ab29c8857ad43956ffec57dff270d5.jpg): failed to open stream: No such file or directory in /home/u210603454/public_html/module/Jornal/view/layout/jornal.phtml on line 55

Warning: getimagesize(/home/u210603454/public_html/public/uploads/noticias/a0ab29c8857ad43956ffec57dff270d5.jpg): failed to open stream: No such file or directory in /home/u210603454/public_html/module/Jornal/view/layout/jornal.phtml on line 56

Decotelli atualiza o currículo e diz que foi ministro da Educação entre os dias 25 e 30 de junho

04/07/2020 14:33:00
Ele foi nomeado, mas não chegou a tomar posse. Decotelli deixou o cargo após terem sido reveladas inconsistências nas informações apresentadas em seu currículo.

O professor Carlos Alberto Decotelli atualizou seu currículo na plataforma do Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnologia (CNPq) e incluiu a informação de que foi ministro da Educação entre os dias 25 e 30 de junho do ano de 2020.

 

Ele chegou a ser escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo de ministro, e a nomeação saiu no "Diário Oficial da União". Mas, em razão de inconsistências que foram encontradas em seu currículo, Decotelli nem tomou posse, e o ato de nomeação foi cancelado.


Ele dizia no currículo, por exemplo, que havia obtido título de doutorado em uma universidade na Argentina e de pós-doutorado em uma universidade da Alemanha. As duas instituições negaram as informações.


Além disso, Decotelli tem ao menos outras três polêmicas sobre sua formação acadêmica:


- descrição de vínculo como professor da FGV no currículo, quando na verdade ele é colaborador

- denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

- apoio de empresa que, segundo uma professora da Alemanha, não foi obtido


O artigo 7° da lei 8112, que dispõe sobre as regras do serviço público, diz que a investidura de um servidor em um cargo só ocorre após a posse.


Bolsonaro ainda não definiu quem será o ministro da Educação. A pasta está sem comando desde a saída de Abraham Weintraub, no fim de junho.

Fonte: G1

Imagens


  • Autor: Foto: Reprodução/Jornal Nacional